Era uma pessoa comum como todas as outras. Tinha uma carreira bem sucedida, era muito comunicativo, sempre cheio de ideias, parceiro pra qualquer hora. Era o tipo de pessoa que todos querem como amigo. Esse era seu lado exterior, sua máscara. Interiormente, guardava um lado negro, um demônio pronto pra sair ao seu sinal. Em várias ocasiões que o incomodavam, seja no trabalho, ou na vida, enquanto conversava com alguém, se imaginava praticando torturas, picando e fatiando... Era seu demônio querendo sair...
Num dia desses, ao chegar exausto do trabalho depois de um dia repleto de reuniões intermináveis e conversas arrastadas com pessoas insuportáveis, seu demônio clamava por diversão. Sua cabeça latejava, suava frio e a sensação de adrenalina era mto alta. Abriu a geladeira, pegou uma cerveja, tirou a gravata e se jogou no sofá. Quando estava prestes a cochilar, foi acordado num susto pela música de gosto duvidoso que vinha do vizinho. Era uma festa. Sua cabeça pulsava e seu sangue fervia. Dentro da cabeça aquela voz... MATE TODOS! Mas, ele lutava contra. Ao invés disso, foi a porta do apartamento do vizinho, tocou a campainha e pediu educadamente pra que ele abaixasse o som. O vizinho riu da sua cara e disse: ''Não enche o saco!", bateu com a porta na sua cara.
Paciência era seu forte. Lá pelas altas da madrugada, quando a festa acabou, voltou a casa do vizinho. Tocou a campainha. O vizinho bêbado lhe disse:
-- Vc de novo? Já não te pedi pra não encher o saco??
-- Pois é, vizinho, disse calmamente, não sou mto de acatar ordens...
Dito isso, o vizinho não teve tempo nem de soltar o último grito. Teve tempo apenas de ver um brilho chegando perto de seu rosto, Depois disso, tudo foi escuridão.
Ele então, pacientemente, desencravou o cutelo da cabeça do vizinho. Arrastou o corpo pra dentro do apartamento. Esquartejou-o cirurgicamente. E só por pirraça, fez o contrário que o chato do vizinho queria.
Acabou por encher o saco. Com o vizinho. Em pedaços.
Voltou pra casa. Abriu mais uma cerveja. Apreciou o silêncio. Seu demônio também silenciou. Finalmente a paz...
Num dia desses, ao chegar exausto do trabalho depois de um dia repleto de reuniões intermináveis e conversas arrastadas com pessoas insuportáveis, seu demônio clamava por diversão. Sua cabeça latejava, suava frio e a sensação de adrenalina era mto alta. Abriu a geladeira, pegou uma cerveja, tirou a gravata e se jogou no sofá. Quando estava prestes a cochilar, foi acordado num susto pela música de gosto duvidoso que vinha do vizinho. Era uma festa. Sua cabeça pulsava e seu sangue fervia. Dentro da cabeça aquela voz... MATE TODOS! Mas, ele lutava contra. Ao invés disso, foi a porta do apartamento do vizinho, tocou a campainha e pediu educadamente pra que ele abaixasse o som. O vizinho riu da sua cara e disse: ''Não enche o saco!", bateu com a porta na sua cara.
Paciência era seu forte. Lá pelas altas da madrugada, quando a festa acabou, voltou a casa do vizinho. Tocou a campainha. O vizinho bêbado lhe disse:
-- Vc de novo? Já não te pedi pra não encher o saco??
-- Pois é, vizinho, disse calmamente, não sou mto de acatar ordens...
Dito isso, o vizinho não teve tempo nem de soltar o último grito. Teve tempo apenas de ver um brilho chegando perto de seu rosto, Depois disso, tudo foi escuridão.
Ele então, pacientemente, desencravou o cutelo da cabeça do vizinho. Arrastou o corpo pra dentro do apartamento. Esquartejou-o cirurgicamente. E só por pirraça, fez o contrário que o chato do vizinho queria.
Acabou por encher o saco. Com o vizinho. Em pedaços.
Voltou pra casa. Abriu mais uma cerveja. Apreciou o silêncio. Seu demônio também silenciou. Finalmente a paz...

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